sábado, 4 de outubro de 2014

Eu tento me distrair
Desligo a TV pra não ouvir o que dizem sobre tragédias
E dentro de mim me explodo em fragmentos irreparáveis
Sinto vontade de voar com o vento da madrugada
Gelado, sereno, acolhedor
Meus pés me levam para onde não quero ir
E mais uma vez, sou obrigada a me acolher em minha solidão
Minha mente se desculpa
E vai ser livre
Em toda madrugada eu quero aproveitá-la
Sair, correr sem rumo, escapar de mim mesma
Mas estou enraizada nessa cama
Em todos os momentos eu só queria me desacorrentar do meu próprio corpo
E minhas mente impiedosa entende
E vai mais além do que meu controle poderia permitir

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