Tanta coisa que ninguém sabe sobre mim. Coisas até que eu mesma não sabia, mas por repetição, acabamos percebendo.
Percebi que James Blunt me trás algo inconsolável, e que eu só escuto quando quero chorar ou ficar triste, e mesmo assim, é um dos cantores que mais gosto, mesmo sendo totalmente indiferente pra mim. Ah, claro, são sempre as mesmas músicas. Será que ele já está fazendo parte da minha vida? Será que estou namorando platonicamente o James Blunt? Pode ser, ele é a cara de um rolo por aí. Verdade, eu acho ele bonito!
Droga, eu admito que sempre que o escuto, me imagino passando manteiga no pão e tomando suco de laranja, que solta meu intestino. E isso acarreta num mal estar, que... nossa.
Mas eu realmente gosto muito de ouvir o James Blunt sussurrando em meus ouvidos, enquanto fico lembrando das minhas tristezas e das coisas que não voltam mais, que me incomodam demais. James Blunt é tão 2006, e esse ano foi o auge da minha depressão. Criança, que ao invés de brincar na rua, ficava lendo revistas adolescentes e sofrendo por um relacionamento que nunca existiu.
Mas, quer saber, eu sempre terei um lugar reservado na minha vida, no meu coração, no meu pensamento, na minha biblioteca, no meu celular e na minha mesa de café da manhã, pro James Blunt. E isso que ele nem é um dos meus preferidos. Mesmo assim, depois de Tears and Rain, entreguei uma parte do meu coração e dos meus ouvidos à ele.
Percebi que James Blunt me trás algo inconsolável, e que eu só escuto quando quero chorar ou ficar triste, e mesmo assim, é um dos cantores que mais gosto, mesmo sendo totalmente indiferente pra mim. Ah, claro, são sempre as mesmas músicas. Será que ele já está fazendo parte da minha vida? Será que estou namorando platonicamente o James Blunt? Pode ser, ele é a cara de um rolo por aí. Verdade, eu acho ele bonito!
Droga, eu admito que sempre que o escuto, me imagino passando manteiga no pão e tomando suco de laranja, que solta meu intestino. E isso acarreta num mal estar, que... nossa.
Mas eu realmente gosto muito de ouvir o James Blunt sussurrando em meus ouvidos, enquanto fico lembrando das minhas tristezas e das coisas que não voltam mais, que me incomodam demais. James Blunt é tão 2006, e esse ano foi o auge da minha depressão. Criança, que ao invés de brincar na rua, ficava lendo revistas adolescentes e sofrendo por um relacionamento que nunca existiu.
Mas, quer saber, eu sempre terei um lugar reservado na minha vida, no meu coração, no meu pensamento, na minha biblioteca, no meu celular e na minha mesa de café da manhã, pro James Blunt. E isso que ele nem é um dos meus preferidos. Mesmo assim, depois de Tears and Rain, entreguei uma parte do meu coração e dos meus ouvidos à ele.
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