-Eu deveria dormir, sim, deveria. Eu deveria dormir, logo (na verdade, sempre devo). Meus devaneios não deixam. Poxa!
-Você quer dormir, não, não precisa ter pressa, só tenha consciência de como irá acordar logo menos.
- É verdade, droga! Não, não quero dormir, mas eu preciso.
-O que te impede?
- Meus devaneios. Mas na verdade, eles me impedem de qualquer coisa real o suficiente pra manter minha sanidade aparentemente aceitável.
-Então está culpando seus devaneios pela sua falta de sono?
-Não! Em momento algum eu disse que o culpava, e estou com sono, ainda.
-O que era pra ter dito?
-Estou tentando um acordo com ele, mas vi que não funciona.
-Com quem? Seus devaneios?
-Exato!
-E como estão reagindo?
-Bom, eles são teimosos, mas eu sou mais ainda. Os convenci a entrarem na minha vida e me despertarem.
-Como assim?
-Eles me mantém sonhando, e algumas vezes, fazem hora-extra.
-Como?
-Como agora.
-Você quer dormir, não, não precisa ter pressa, só tenha consciência de como irá acordar logo menos.
- É verdade, droga! Não, não quero dormir, mas eu preciso.
-O que te impede?
- Meus devaneios. Mas na verdade, eles me impedem de qualquer coisa real o suficiente pra manter minha sanidade aparentemente aceitável.
-Então está culpando seus devaneios pela sua falta de sono?
-Não! Em momento algum eu disse que o culpava, e estou com sono, ainda.
-O que era pra ter dito?
-Estou tentando um acordo com ele, mas vi que não funciona.
-Com quem? Seus devaneios?
-Exato!
-E como estão reagindo?
-Bom, eles são teimosos, mas eu sou mais ainda. Os convenci a entrarem na minha vida e me despertarem.
-Como assim?
-Eles me mantém sonhando, e algumas vezes, fazem hora-extra.
-Como?
-Como agora.
Nenhum comentário:
Postar um comentário